terça-feira, 1 de novembro de 2011

ATENÇÃO

             
Aula " Tema: A DIVISÃO DO ESTADO DO PARÁ"


 
PÚBLICO ALVO

 TURMA DO 1º ANO DA TARDE DO TEMÍSTOCLES DE ARAÚJO.


 
OBJETIVOS

1) ANALISAR QUAIS OS IMPACTOS SÓCIO-AMBIENTAIS, COM A DIVISÃO.
2) QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS PARA O ATUAL ESTADO DO PARÁ?
3) QUAL A VIABILIDADE ECONÔMICA PARA A CRIAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS E CARAJÁS?


 
RECURÇOS DIDÁTICOS

1) TEXTO
2) IMAGENS
3) MÚSICA


 
AVALIAÇÃO

1) OS ALUNOS AO FINAL DA AULA, ELABORARÃO 3 QUESTÕES OBJETIVAS, COM SUAS RESPOSTAS, VALANDO A PARTICIPAÇÃO.
2) OS ALUNOS RESPONDERÃO A UMA ENQUETE, SE CONCORDAM OU NÃO, COM A DIVISÃO, ELABORADA PELO PROFESSOR.



 
                              DIVISÃO DO ESTADO DO PARÁ


 
A proposta de divisão:


Localizado na Região Norte, o estado do Pará, com extensão territorial de 1.247.950,003 quilômetros quadrados, é a segunda maior unidade federativa do Brasil, correspondendo a 14,6% do território nacional, atrás somente do Amazonas (1.559.161,682 km²). Conforme contagem populacional realizada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população é de 7.588.078 habitantes, distribuídos em 143 municípios.

A grande extensão territorial do Pará tem sido um dos argumentos utilizados para uma divisão desse território e a consequente formação de dois novos estados, além do atual Pará: Tapajós e Carajás. Os defensores desse projeto alegam que em razão da extensão paraense, as políticas públicas não são realizadas com eficácia, e a redução dessa área proporcionaria administrações mais eficientes.

Outros estados brasileiros foram criados através da divisão de uma unidade federativa, como, por exemplo, o Tocantins (divisão de Goiás) e Mato Grosso do Sul (fragmentação do Mato Grosso).

Caso seja concretizada a fragmentação do território paraense, o estado de Carajás, localizado ao sul, terá 285.000 quilômetros quadrados, cuja capital será a cidade de Marabá. A população dessa região é de aproximadamente 1,8 milhão de habitantes. Essa região apresenta grande riqueza mineral (minério de ferro), além do desenvolvimento da pecuária.












O estado de Tapajós, por sua vez, terá 722.000 quilômetros quadrados, sendo, portanto, o mais extenso. Apesar de compreender a maior área do Pará, essa região é a menos populosa: 250 mil habitantes. Sua capital será a cidade de Santarém. Essa região apresenta pouco desenvolvimento econômico, composta por grandes áreas preservadas e muitos rios.

Restariam cerca de 240.689 quilômetros quadrados para o estado do Pará, sua população seria reduzida para aproximadamente 5,5 milhões de habitantes.

Opositores a essa divisão argumentam que esse processo geraria gastos desnecessários para a União e que essa proposta é uma estratégia política, pois 3 novos cargos de senadores e 8 de deputados seriam proporcionados para cada um desses novos estados.

Outro aspecto negativo alegado refere-se à economia dessas novas unidades federativas, visto que a região de Tapajós possui grandes áreas florestais, sendo proibido o desmatamento, além de reservas indígenas e áreas de conservação integral. No entanto, os defensores dessa divisão alegam que Tapajós possui grande potencial econômico, através da expansão da fronteira agrícola.


Caso seja aprovado o projeto de divisão do Pará, um plebiscito será organizado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TER) paraense. Essa votação está prevista para 2011, caso seja aprovada, o Pará não será afetado somente no espaço físico, mas também nos aspectos administrativos e socioeconômicos

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Para todos os Alunos

ATENÇÃO: as provas serão entreguês somente depois da greve!!!



MELHORIAS SALARIAIS JÁ
POR UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

AULA PRÁTICA " XENOFOBIA: Uma prática a ser vencida"

O tema da aula é a Xenofobia, como um mal da humanidade.
O público alvo: Alunos dos 2º ano, do turno da tarde, do Colégio "Temístocles de Araújo"
Rcurso didático: Computadores do Laboratório de Informática, blog pessoal do professor.
Desenvolvimento

          Os textos sobre a xenofobia, deveriam ser lidos pelos alunos em dupla devido aos poucos computadores disponíveis, depois a discussão com o professor e também entre eles. Este assunto já tinha sido iniciado em outra aula e foi reforçada com as pesquisas no blog e em outros sites com o tema xenofobia.
           Na tentativa de criar uma interdisciplinariedade, construimos um enlace entre a geografia a sociologia e a história. No entanto não conseguimos a participação dos outros professores dessas disciplinas, pois o tempo era escasso, somente duas aulas, com duração de uma hora e meia, e os horários dos outros não foram compatíveis no mesmo dia.
          A conclusão foi que os alunos não só acharam diferente, bem como, conseguiram se concentrar nas pesquisas textuais. Mas o ponto negativo foi a não publicação no blog das respostas, pois não conseguimos, nem com a ajuda do professor do laboratório. ficando o registro nos cadernos.